Lorena Borges, Diretora de Soluções Cidades Inteligentes SMART, Companhia Salvador Cidade Inteligente
Rainério Leite, Secretário de Tecnologia da Informação e Evolução Digital, TCU
Camilla Cusatis, Strategic Advisor e resolvedora de problemas que travam o crescimento dos negócios
QUINTA-FEIRA, 03 DE SETEMBRO DE 2026
8H00- CREDENCIAMENTO
8H40- ABERTURA DO CONIP
17H00- ENCERRAMENTO E SORTEIO DO PASSAPORTE CONIP
LEMBRETE! Na quarta-feira, dia 02 de setembro às 18H00:
ANÚNCIO DOS GANHADORES DO PRÊMIO CONIP 2026.
Programação sujeita à alteração
Objetivo
Oferecer aos participantes do CONIP uma experiência exclusiva de mentoria com Camilla Cusatis — estrategista e referência em inovação, liderança e empreendedorismo. Esta mentoria foi concebida para potencializar os aprendizados do evento, ampliando o impacto da participação por meio de orientação direcionada, prática e estratégica. Acreditamos que conversas certas, no momento certo, são capazes de acelerar trajetórias, ampliar perspectivas e destravar caminhos para a inovação no setor público.
Liderado por:
Camilla Cusatis é estrategista, resolvedora de problemas, criadora de negócios e especialista em empreendedorismo, inovação e estratégia para PMEs e startups. Com mais de 25 anos de experiência, atua como consultora e advisory em projetos de criação de novos negócios, planos estratégicos, posicionamento de mercado, proposta de valor, expansão e captação de investimentos. Doutoranda em Estratégia e Inovação pela ESPM, foi eleita Mentora do Ano no Distrito Awards 2022, entre outras premiações. É também docente em cursos de pós-graduação e palestrante em temas como estratégia, inovação, criação de valor e o futuro dos negócios.
Como Funciona?
O programa de mentoria foi desenhado para proporcionar uma experiência de alto valor e gerar resultados concretos para os participantes do CONIP.
Inscrição e Seleção
A participação na mentoria requer inscrição prévia e é permitida apenas aos inscritos nos Congressos CONIP 2026. As vagas são limitadas para garantir a exclusividade e a qualidade das interações. No formulário, os interessados indicarão suas áreas de interesse, desafios atuais e expectativas em relação à mentoria — informações que servirão de base para a formação dos grupos.
Sessões Exclusivas
As mentorias acontecerão em grupos de, no máximo, 8 a 12 participantes, com duração máxima de 90 minutos, em uma sala reservada durante os dias 2 e 3 de setembro de 2026, no Royal Tulip Alvorada Brasilia. O ambiente garante privacidade, foco e profundidade na conversa.
Foco em Resultados
As sessões serão orientadas para a ação. Cada participante será incentivado a trazer um desafio concreto para discussão. A mentora oferecerá insights estratégicos, provocações e direcionamentos práticos, com o objetivo de que todos saiam com clareza e um plano de próximos passos.
Horários
02/09 – 14h30 às 16h – Do operacional ao estratégico
03/09 – 10h às 11h30 – Inovação que fica
SESSÃO 1 — Do operacional ao estratégico: o gestor de tecnologia que pensa no médio prazo
A maior parte dos gestores de tecnologia no setor público passa o dia apagando incêndio. A urgência do operacional consome o espaço que deveria existir para pensar no médio prazo, avaliar fornecedores com critério e posicionar a área de TI como parceira estratégica.
Nessa sessão, o foco está no próprio gestor: como desenvolver visão estratégica dentro de estruturas que exigem resposta imediata, e como tomar melhores decisões sobre tecnologia em um ambiente onde a promessa de fornecedores raramente coincide com a entrega.
Os temas trabalhados na mesa: ferramentas práticas para criar espaço de pensamento estratégico dentro da rotina; critérios objetivos para avaliar propostas de govtech e separar inovação real de inovação de apresentação; e como posicionar a área de TI como parceira da liderança, não apenas como infraestrutura.
A segunda metade da sessão é dedicada à análise de casos reais trazidos pelos próprios participantes.
SESSÃO 2 – Inovação que fica: como garantir a continuidade dos projetos
Um dos maiores desafios da gestão pública é a descontinuidade. Projetos inovadores são interrompidos ou abandonados a cada troca de governo. Mas há iniciativas que resistem — e não é por acaso.
Nessa sessão, gestores públicos discutem em grupo as condições que fazem uma inovação se tornar política de Estado, e não apenas política de governo. A provocação central: o que diferencia projetos que sobrevivem de projetos que morrem junto com o cargo de quem os criou?
Os temas trabalhados na mesa: como construir alianças transversais que ampliam a base de sustentação de um projeto além de uma secretaria ou cargo; como transformar resultados em narrativa estratégica — não como relatório burocrático, mas como argumento político e técnico; e como usar o momento de transição para fortalecer o que vale, em vez de apenas defender o que existe.